José Artêncio Evangelista, foi indicado, aprovado e será Laureado, Aclamado e Diplomado como Comendador da Ordem do Mérito do Elo Social.
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José Artêncio Evangelista, foi indicado, aprovado e será Laureado, Aclamado e Diplomado como Comendador da Ordem do Mérito do Elo Social em grau de Comendum/Adeptus
A Arquitetura de Uma Ressurreição:
A Odisseia do Pastor Zezé
Por: Comendadora e Missionária:
Neila Alencar
Ato I: O Fôlego Que Desafiou O Destino
A história de um homem não começa no seu primeiro erro, mas na força com que ele foi gerado. Em 1966, em um Brasil de recursos escassos, o Pastor Zezé nascia em um parto domiciliar. Sem médicos, sem o brilho frio das salas de cirurgia, apenas com o calor da fé e a urgência da sobrevivência. Aquele nascimento doméstico seria a primeira metáfora de sua vida: ele sempre precisaria de Deus para garantir o próximo fôlego.

Aos sete anos, o primeiro grande embate contra a morte: a meningite meningocócica. Sete dias entre a consciência e o vazio no Hospital Hermínio Ribas. Quatro anos depois, o reencontro com a mesma bactéria impiedosa no Hospital Moderno. Foram quinze dias de uma batalha invisível. A medicina via uma criança doente; Deus via um líder sendo forjado no fogo da provação. “Antes que te formasse no ventre, eu te conheci”, diz a Escritura que hoje ele prega, mas que já se cumpria quando ele era apenas um menino de onze anos saindo curado de um leito de morte pela segunda vez.
ATO II: A GUARDA MIRIM E O FLERTE COM O ABISMO
Aos doze anos, o brilho dos botões do uniforme da Associação de Guardas Mirins trazia a promessa de uma vida de ordem. O Pastor Zezé, ainda jovem aprendiz, empacotava compras no Supermercado Eldorado com a dignidade de quem queria vencer. Mas o destino reservava labirintos. Aos quinze anos, um acidente quase fatal — uma queda de cabeça em um tambor de 200 litros d’água — foi o último aviso antes de o mar se tornar revolto.
Aos dezesseis, o mergulho foi outro: as drogas. O submundo não o seduziu com beleza, mas com o silêncio que anestesiava as pressões da juventude. Dos dezesseis aos vinte e um anos, ele viveu o paradoxo de ser um trabalhador esforçado em empresas como BAFEMA e Supermercado Gigante, enquanto carregava um "carcereiro interno" que o acorrentava ao vício.
ATO III: OS ANOS DE CHUMBO E O "BOI" DAS DELEGACIAS
Aos dezoito anos, em uma madrugada gélida, a "baratinha" da polícia encostou. Ali, no 48º Distrito Policial da Cidade Dutra, Zezé conheceu a face mais cruel do sistema. Eram os anos 80, onde o dependente químico era tratado com o rigor da tortura e a ausência total de compaixão.
Ele descreve com detalhes que fazem a pele arrepiar: a "cela forte", um cubículo de cimento e escuridão onde o ar parecia sólido de tanto sofrimento. Foi ali que ele se tornou o "batedor do barraco". Ele não queria a violência, mas o sistema o obrigou a ser o executor da disciplina. Ele viveu o dilema moral de ver o amigo Juninho ser destruído fisicamente por erros banais, enquanto ele próprio tentava manter a sanidade em um lugar onde a dignidade humana era jogada no "boi" (o banheiro da cela).
Um copo caído ao chão quase selou seu destino em uma luta improvisada dentro da cela número quatro. Em um minuto de puro instinto e livramento divino, ele derrubou o adversário. Ali, ele não ganhou apenas uma luta; ele ganhou o direito de sobreviver para contar o que o Estado e o crime tentam esconder.
ATO IV: O RECONHECIMENTO E A OBRA LITERÁRIA

Após décadas de uma descida profunda, onde a Cracolândia era um nome e o abandono era a rotina, o Pastor Zezé não apenas voltou à superfície; ele trouxe consigo um mapa para outros náufragos. Sua experiência foi tão densa que ele a imortalizou em duas obras fundamentais que hoje servem de bússola para famílias e dependentes:
• A reconstrução: Essa obra é o testemunho da engenharia divina aplicada ao caos humano. Se a biografia do Pastor Zezé relata a queda, este livro é o manual de como se levantar e, mais importante, de como se manter de pé.
Em síntese, a obra foca em três pilares fundamentais:
• O Levantamento dos Escombros
• A Arquitetura do Novo Caráter
• O Telhado da Fé e do Legado
Edificando os pilares – a reconstrução: Essa obra funciona como o manual prático e espiritual que sucede a sobrevivência. Enquanto a biografia narra o "fundo do poço", esta obra foca na engenharia da restauração humana.
E, com exclusividade, anunciamos que em breve será lançada a sua BIOGRAFIA DEFINITIVA, um relato sem filtros que detalhará cada livramento, cada queda e a glória de cada alma resgatada no asfalto de Parelheiros.
ATO V: A FORTALEZA DE PARELHEIROS – O LÍDER DE HOJE
Hoje, quem caminha pelas ruas de Parelheiros vê um homem transformado pelo sobrenatural. O Pastor Zezé não é apenas um presidente de igreja ou um diretor de clínica; ele é o "Pai de Multidões" que o vício tentou roubar.
Com uma garra que beira o feroz, ele dirige sua Clínica de Recuperação com a autoridade de quem já esteve do outro lado da grade. Mesmo quando o fogo (literal e metafórico) tentou parar seu ministério feminino, ele se levantou com uma resiliência que apenas o Espírito Santo pode sustentar. Ele é hoje o ponto de referência, o porto seguro para homens que chegam destruídos e saem pais de família.
Ele é o marido zeloso, o pai presente e o cientista social das almas que usa a própria cicatriz para curar a ferida alheia.
REVERÊNCIA FINAL
Eu, Comendadora e Missionária Neila Alencar, faço questão de registrar: o fundo do poço para o Pastor Zezé não foi o fim, foi o fundamento de uma catedral de esperança. Reverenciamos sua história não pelo erro que cometeu, mas pela coragem de não ter permanecido caído. Ele é a prova viva de que quando a sociedade desiste, o céu inicia uma operação de resgate.
"Há homens que são heróis de suas próprias histórias, mas o Pastor Zezé é o monumento de uma vitória que pertence a Deus; ele não é apenas um sobrevivente do abismo, mas o arquiteto que usa os escombros do seu passado para construir o refúgio onde os esquecidos do mundo finalmente encontram a dignidade de serem chamados filhos do Rei." (Comendadora Neila Alencar)
DA INDICAÇÃO:
A iniciativa partiu da Comendadora Neila Alencar que é também missionária de Jeová, uma mulher guiada por um chamado que vai além do púlpito.

Neila Alencar, tem vivido a missão de ser canal de cura, provisão e transformação, especialmente para aqueles que o mundo costuma rejeitar.
Sua caminhada não se resume a levar a Palavra, mas também a manifestar o Reino de Deus com ações concretas que devolve dignidade a quem perdeu tudo.
É uma Serva do Deus Altíssimo, pregadora da Palavra pela Sua misericórdia, chamada para proclamar libertação aos cativos e restaurar os quebrantados de coração.
A fé que carrega não se limita ao espiritual; ela se traduz em amor prático, em compaixão ativa e compromisso com a transformação social.
O ser humano precisa ser restaurado por inteiro espírito, alma e corpo. Por isso, atua em frentes que vão da evangelização à assistência social (Saiba mais a respeito de Neila)
MISSIONARIA E COMENDADORA NEILA ALENCAR
TAMBEM É COMPOSITORA
DO ENCAMINHAMENTO PARA A APROVAÇÃO:

A referida indicação foi encaminhada ao Comendador Roberto da Silva Reis, diretor presidente da CNCCS - Comissão Nacional de Certificação de Comprometimento Social que providenciou a sua aprovação.
Da aprovação: Com a aprovação, o agora Comendador José Artêncio Evangelista, passa a ser representante dos Projetos da Ordem do Mérito do Elo Social, tanto no Brasil quanto em qualquer país que o mesmo mantenha relações diplomáticas, na qualidade de Comendador, no Grau de "Comendum/Adeptus" Titulo nº 1.xxx datado de xx/xx/2025, prenotado no Livro de Honrarias nº 12,
RELAÇÃO DE PROJETOS - ELO SOCIAL















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