EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS COMPETIÇÕES ESPORTIVAS


É grande, hoje, a busca pela qualidade de vida através de atividades físicas. Os esportes mais escolhidos por pessoas de todas as idades são a corrida, o ciclismo e a natação. Os três juntos formam o Triathlon, uma modalidade que vem encantando e adquirindo cada vez mais adeptos em todo o mundo. É louvável a preocupação em cuidar cada vez mais do corpo físico. No entanto, em se tratando de cuidados com o Meio Ambiente, a história é outra. Temos a responsabilidade de SENSIBILIZAR (porque “conscientes” já somos em pleno século 21) a todos para o descarte ecologicamente correto dos seus resíduos gerados nas competições esportivas.


O que temos visto nessas disputas por medalhas, onde se reúnem dezenas e às vezes até centenas de esportistas pensando exclusivamente em provar que são melhores que os outros e capazes de subir num pódio é, na verdade, um verdadeiro descaso para com o Meio Ambiente. Descartam-se copos e garrafas de plástico; embalagens de doces, barras de cereal, entre outros resíduos que só emporcalham ruas, avenidas, etc., impactando negativamente o meio ambiente; e que poderiam ser destinados aos catadores para o seu destino correto ou ainda, criar pontos de coleta para descarte nos espaços onde acontecem essas competições e eventos.


Uma sugestão seria se pensar até em DESCLASSIFICAR o atleta que fizesse coisas desse tipo. Para isso, teria que ser incluso nos regulamentos dos eventos esportivos para corredores e/ou ciclistas, previsão de punições e multas, já que, infelizmente, em nossa cultura, só mudamos maus hábitos quando sofremos penalizações ou quando algo pesa em nossos bolsos.


Todo esse descaso com o Meio Ambiente, bem sabemos, pode ter nascido também de maus hábitos adquiridos até dentro das casas desses esportistas que devem praticar mau gerenciamento de resíduos, juntamente com seus familiares, reforçando que é uma questão cultural, de maus costumes e ausência de educação ambiental. O que não se aprende ainda quando novo, se reflete pela vida afora.


A solução definitiva está chegando em nosso Estado com a Federação do Elo Social,que promoverá cursos com diversos temas: Cidadania, Vocações e Aptidões, Educação Ambiental e outros, através do seu Projeto “LIXO ZERO SOCIAL 10” já em fase de implantação. O fortalecimento das famílias e o maior desenvolvimento da cidadania é o que se pretende com esse trabalho. E também, na questão da destinação correta dos resíduos sólidos, esse Projeto se propõe a minimizar e até extinguir a situação caótica que enfrentamos no dia-a-dia, já que as políticas do Estado não têm sido eficientes para resolver esse problema, nem mesmo após 2010, quando entrou em vigor a PNRS, que obriga estados e municípios a estancarem a desova do lixo em lixões e os ditos aterros sanitários, que são, na verdade, os mesmos lixões travestidos.


Vem a pergunta: De que forma isso será possível? Apuramos, com seus gestores do Projeto supracitado, que será através do Sistema INER de Usinas de Resíduos Sólidos, o qual dará solução a 100% da destinação do lixo gerado pela população, com transformação e reciclagem.




Fonte: Texto elaborado por Égide Amorim e revisado por Heloísa M. de L. e Souza.





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